Ser colaborativo é muito mais do que o ato de ajudar outra pessoa. O conceito engloba a cocriação e a participação que, juntas, formam uma rede interativa. Pode parecer que esses termos são abstratos e distantes da realidade que a gente vive. Isso acontece porque estamos inseridos nesse processo e participamos dessas novas relações. É preciso distanciar para ver de fora como esses processos foram transformados. Parte por parte, vamos compreender como se dão essas mudanças. Tudo funciona por meio de trocas. Na maioria das vezes, existe um lado que tem as informações que o outro lado precisa ou pode aproveitar de forma efetiva. E vice-versa. Quando um disponibiliza para o outro, a colaboração ocorre. Existe também uma perspectiva diferente sobre o outro: mais empática, solidária e próxima. Isso interfere muito as relações sociais. Mas como?
Com um exemplo, fica mais fácil entendermos: você tem a ideia de desenvolver uma série de histórias que escreve, mas conhece outros escritores que podem contribuir para projeto em si. Ao invés de restringir apenas para os seus textos, convida essas pessoas para colaborarem com suas produções. Assim, o projeto em si fica mais rico em diversidade, já que é formado pela subjetividade de cada um dos colaboradores. Além de valorizar o trabalho dessas pessoas, você consegue estabelecer um vínculo de reciprocidade.
Ser colaborativo é muito mais do que o ato de ajudar outra pessoa. O conceito engloba a cocriação e a participação que, juntas, formam uma rede interativa. Pode parecer que esses termos são abstratos e distantes da realidade que a gente vive. Isso acontece porque estamos inseridos nesse processo e participamos dessas novas relações. É preciso distanciar para ver de fora como esses processos foram transformados. Parte por parte, vamos compreender como se dão essas mudanças. Tudo funciona por meio de trocas. Na maioria das vezes, existe um lado que tem as informações que o outro lado precisa ou pode aproveitar de forma efetiva. E vice-versa. Quando um disponibiliza para o outro, a colaboração ocorre. Existe também uma perspectiva diferente sobre o outro: mais empática, solidária e próxima. Isso interfere muito as relações sociais. Mas como?
Com um exemplo, fica mais fácil entendermos: você tem a ideia de desenvolver uma série de histórias que escreve, mas conhece outros escritores que podem contribuir para projeto em si. Ao invés de restringir apenas para os seus textos, convida essas pessoas para colaborarem com suas produções. Assim, o projeto em si fica mais rico em diversidade, já que é formado pela subjetividade de cada um dos colaboradores. Além de valorizar o trabalho dessas pessoas, você consegue estabelecer um vínculo de reciprocidade.
Ser colaborativo é muito mais do que o ato de ajudar outra pessoa. O conceito engloba a cocriação e a participação que, juntas, formam uma rede interativa. Pode parecer que esses termos são abstratos e distantes da realidade que a gente vive. Isso acontece porque estamos inseridos nesse processo e participamos dessas novas relações. É preciso distanciar para ver de fora como esses processos foram transformados. Parte por parte, vamos compreender como se dão essas mudanças. Tudo funciona por meio de trocas. Na maioria das vezes, existe um lado que tem as informações que o outro lado precisa ou pode aproveitar de forma efetiva. E vice-versa. Quando um disponibiliza para o outro, a colaboração ocorre. Existe também uma perspectiva diferente sobre o outro: mais empática, solidária e próxima. Isso interfere muito as relações sociais. Mas como?
Com um exemplo, fica mais fácil entendermos: você tem a ideia de desenvolver uma série de histórias que escreve, mas conhece outros escritores que podem contribuir para projeto em si. Ao invés de restringir apenas para os seus textos, convida essas pessoas para colaborarem com suas produções. Assim, o projeto em si fica mais rico em diversidade, já que é formado pela subjetividade de cada um dos colaboradores. Além de valorizar o trabalho dessas pessoas, você consegue estabelecer um vínculo de reciprocidade.
Ser colaborativo é muito mais do que o ato de ajudar outra pessoa. O conceito engloba a cocriação e a participação que, juntas, formam uma rede interativa. Pode parecer que esses termos são abstratos e distantes da realidade que a gente vive. Isso acontece porque estamos inseridos nesse processo e participamos dessas novas relações. É preciso distanciar para ver de fora como esses processos foram transformados. Parte por parte, vamos compreender como se dão essas mudanças. Tudo funciona por meio de trocas. Na maioria das vezes, existe um lado que tem as informações que o outro lado precisa ou pode aproveitar de forma efetiva. E vice-versa. Quando um disponibiliza para o outro, a colaboração ocorre. Existe também uma perspectiva diferente sobre o outro: mais empática, solidária e próxima. Isso interfere muito as relações sociais. Mas como?
Com um exemplo, fica mais fácil entendermos: você tem a ideia de desenvolver uma série de histórias que escreve, mas conhece outros escritores que podem contribuir para projeto em si. Ao invés de restringir apenas para os seus textos, convida essas pessoas para colaborarem com suas produções. Assim, o projeto em si fica mais rico em diversidade, já que é formado pela subjetividade de cada um dos colaboradores. Além de valorizar o trabalho dessas pessoas, você consegue estabelecer um vínculo de reciprocidade.
A cultura participativa é um trabalho em equipe, ininterrupto e em constante evolução, no qual o RH e os respectivos líderes de cada setor dissolvem a hierarquia vertical. Com isso, todos passam a ter influência e poder de decisão no seu cotidiano profissional. A geração milenar escancarou uma nova necessidade no mercado: a de que os colaboradores querem participar mais das decisões de suas empresas. Daí, surgem termos que reforçam os benefícios dessa prática. Caso, por exemplo, do senso de dono em que os profissionais engajam mais e são motivados a buscarem resultados melhores.
Para as empresas, os pontos positivos em criar uma cultura participativa assim são amplos — e variados! O mais perceptível, talvez, seja a aproximação e a satisfação no trabalho. Principalmente, quando levamos em consideração que esse é um dos grandes desafios corporativos, atualmente.
A cultura participativa é um trabalho em equipe, ininterrupto e em constante evolução, no qual o RH e os respectivos líderes de cada setor dissolvem a hierarquia vertical. Com isso, todos passam a ter influência e poder de decisão no seu cotidiano profissional. A geração milenar escancarou uma nova necessidade no mercado: a de que os colaboradores querem participar mais das decisões de suas empresas. Daí, surgem termos que reforçam os benefícios dessa prática. Caso, por exemplo, do senso de dono em que os profissionais engajam mais e são motivados a buscarem resultados melhores.
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A cultura participativa é um trabalho em equipe, ininterrupto e em constante evolução, no qual o RH e os respectivos líderes de cada setor dissolvem a hierarquia vertical. Com isso, todos passam a ter influência e poder de decisão no seu cotidiano profissional. A geração milenar escancarou uma nova necessidade no mercado: a de que os colaboradores querem participar mais das decisões de suas empresas. Daí, surgem termos que reforçam os benefícios dessa prática. Caso, por exemplo, do senso de dono em que os profissionais engajam mais e são motivados a buscarem resultados melhores.
O processo ensino-aprendizagem é um nome para um complexo sistema de interações comportamentais entre professores e alunos. Mais do que “ensino” e “aprendizagem”, como se fossem processos independentes da ação humana, há os processos comportamentais que recebem o nome de “ensinar” e de “aprender”. Processos constituídos por comportamentos complexos e difíceis de perceber. Principalmente por serem constituídos por múltiplos componentes em interação. Os próprios comportamentos são passíveis de percepção e de definição científica a partir da identificação dos seus componentes e das interações que estabelecem entre si, os quais constituem os fenômenos que recebem os nomes de “ensinar” e de “aprender”. A interdependência dos dois conceitos é fundamental para entender o que acontece sob esses nomes. Sua percepção e entendimento constitui algo crucial para o desenvolvimento de qualquer trabalho de aprendizagem, de educação ou de ensino. Como identificar esses componentes? Como caracterizar as relações entre eles? Como ver o processo “ensino-aprendizagem”? Neste texto é apresentado um exame desse processo, à luz dos conceitos oriundos da Análise do Comportamento, localizando suas possíveis contribuições para o desenvolvimento da Educação em relação a experiências de grande valor que nasceram e se desenvolveram no País, quase sem conhecimento da maioria dos que constituem e de muitos que trabalham em Educação.
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O processo ensino-aprendizagem é um nome para um complexo sistema de interações comportamentais entre professores e alunos. Mais do que “ensino” e “aprendizagem”, como se fossem processos independentes da ação humana, há os processos comportamentais que recebem o nome de “ensinar” e de “aprender”. Processos constituídos por comportamentos complexos e difíceis de perceber. Principalmente por serem constituídos por múltiplos componentes em interação. Os próprios comportamentos são passíveis de percepção e de definição científica a partir da identificação dos seus componentes e das interações que estabelecem entre si, os quais constituem os fenômenos que recebem os nomes de “ensinar” e de “aprender”. A interdependência dos dois conceitos é fundamental para entender o que acontece sob esses nomes. Sua percepção e entendimento constitui algo crucial para o desenvolvimento de qualquer trabalho de aprendizagem, de educação ou de ensino. Como identificar esses componentes? Como caracterizar as relações entre eles? Como ver o processo “ensino-aprendizagem”? Neste texto é apresentado um exame desse processo, à luz dos conceitos oriundos da Análise do Comportamento, localizando suas possíveis contribuições para o desenvolvimento da Educação em relação a experiências de grande valor que nasceram e se desenvolveram no País, quase sem conhecimento da maioria dos que constituem e de muitos que trabalham em Educação.
O processo ensino-aprendizagem é um nome para um complexo sistema de interações comportamentais entre professores e alunos. Mais do que “ensino” e “aprendizagem”, como se fossem processos independentes da ação humana, há os processos comportamentais que recebem o nome de “ensinar” e de “aprender”. Processos constituídos por comportamentos complexos e difíceis de perceber. Principalmente por serem constituídos por múltiplos componentes em interação. Os próprios comportamentos são passíveis de percepção e de definição científica a partir da identificação dos seus componentes e das interações que estabelecem entre si, os quais constituem os fenômenos que recebem os nomes de “ensinar” e de “aprender”. A interdependência dos dois conceitos é fundamental para entender o que acontece sob esses nomes. Sua percepção e entendimento constitui algo crucial para o desenvolvimento de qualquer trabalho de aprendizagem, de educação ou de ensino. Como identificar esses componentes? Como caracterizar as relações entre eles? Como ver o processo “ensino-aprendizagem”? Neste texto é apresentado um exame desse processo, à luz dos conceitos oriundos da Análise do Comportamento, localizando suas possíveis contribuições para o desenvolvimento da Educação em relação a experiências de grande valor que nasceram e se desenvolveram no País, quase sem conhecimento da maioria dos que constituem e de muitos que trabalham em Educação.
A falta de comunicação é tida como o problema número um nas empresas. Quando a comunicação não flui devidamente, são geradas muitas incertezas e dúvidas nos colaboradores, há margem para falsos rumores, podem ocorrer atrasos e até mesmo esquecimento de tarefas. A baixa produtividade pode ser consequência direta da comunicação falha nas empresas. Ela pode fazer com que os colaboradores fiquem sem direcionamento sobre que atividades devem desempenhar e as consequências podem ser catastróficas para a organização.
O uso de comunicadores internos centralizados, a criação de listas de emails e convocação de reuniões apenas quando necessário podem ajudar a comunicação a fluir mais facilmente na empresa, ajudando assim a aumentar a produtividade da equipe.
A falta de comunicação é tida como o problema número um nas empresas. Quando a comunicação não flui devidamente, são geradas muitas incertezas e dúvidas nos colaboradores, há margem para falsos rumores, podem ocorrer atrasos e até mesmo esquecimento de tarefas. A baixa produtividade pode ser consequência direta da comunicação falha nas empresas. Ela pode fazer com que os colaboradores fiquem sem direcionamento sobre que atividades devem desempenhar e as consequências podem ser catastróficas para a organização.
O uso de comunicadores internos centralizados, a criação de listas de emails e convocação de reuniões apenas quando necessário podem ajudar a comunicação a fluir mais facilmente na empresa, ajudando assim a aumentar a produtividade da equipe.
A falta de comunicação é tida como o problema número um nas empresas. Quando a comunicação não flui devidamente, são geradas muitas incertezas e dúvidas nos colaboradores, há margem para falsos rumores, podem ocorrer atrasos e até mesmo esquecimento de tarefas. A baixa produtividade pode ser consequência direta da comunicação falha nas empresas. Ela pode fazer com que os colaboradores fiquem sem direcionamento sobre que atividades devem desempenhar e as consequências podem ser catastróficas para a organização.
A falta de comunicação é tida como o problema número um nas empresas. Quando a comunicação não flui devidamente, são geradas muitas incertezas e dúvidas nos colaboradores, há margem para falsos rumores, podem ocorrer atrasos e até mesmo esquecimento de tarefas. A baixa produtividade pode ser consequência direta da comunicação falha nas empresas. Ela pode fazer com que os colaboradores fiquem sem direcionamento sobre que atividades devem desempenhar e as consequências podem ser catastróficas para a organização.
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